terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Deixe a raiva secar...

Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.

No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.

Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.

Júlia então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.

Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.

Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.

Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.

Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:

"Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo?

Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.

Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.

Mas a mãe, com muito carinho ponderou:

"- Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa?Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra o que a vovó falou?

- Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.

- Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo.

Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.

Logo depois alguém tocou a campainha.

Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.

Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:

"Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa."

"Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou."

E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.

Moral da História:

Nunca tome qualquer atitude com raiva.

A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.

Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta diante de uma situação difícil.

Lembre-se sempre:

Deixe a raiva secar!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

TARDE DA ALEGRIA

No dia 09 de Outubro de 2010 realizamos a nossa terceira Tarde da Alegria, uma de alegria e brincadeiras para crianças de todas as idades, foi uma tarde maravilhosa. Uma benção!!!

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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

sábado, 14 de agosto de 2010

JESUS É A MINHA LUZ

Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.(João 8:12)

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Convidados que convidaram outras crianças. É muita benção!

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Eita! Glória! Ô criançada animada.

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Se aquecendo pra adorar ao criador!

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Louvando e adorando a Deus com a dança.

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É bom demais ver criancinhas, como a Luísa, louvando a Deus.

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E o Pablo entregou seu coração a Jesus!

É glória pura sem mistura…

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Bruna, ganhando o premio por levar mais convidados! 

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Yago mais uma vez sendo sorteado.

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sexta-feira, 16 de julho de 2010

O prego e a ferradura…

Certo feirante, depois de um dia muito proveitoso com excelentes resultados no negócio, se dispôs a voltar para casa antes do entardecer. Montou seu cavalo e, prendendo muito bem à cintura a bolsa com seu dinheiro, deu início à jornada de volta.
Lá pelas tantas, parou em um pequeno povoado para uma rápida refeição. Quando já se preparava para prosseguir na caminhada, o moço da cachoeira o avisou:
- Senhor, está faltando um prego na ferradura da pata esquerda do seu animal. Não seria melhor providenciar outro?
- Deixa faltar... - respondeu o feirante - Estou com muita pressa; sem dúvida a ferradura agüentará bem as horas que ainda restam a percorrer E lá se foi ele. À tardinha, quando parou para dar ração pro cavalo, o encarregado da cavalaria também foi ter com ele, dizendo:
- Olha, está faltando a ferradura da pata esquerda do seu animal. Quer que o nosso ferreiro veja isto?
- Deixa faltar. Estou com muita pressa e restam poucas horas para que cheguemos ao nosso destino. Por certo o cavalo resistirá - respondeu ele.
Continuou a cavalgar, mas já não conseguira andar muito, quando notou que o cavalo estava manquejando. Tentou continuar na esperança de chegar em casa; entretanto, depois de poucos metros o animal passou a tropeçar e, com pouco mais de tempo, numa queda mais forte, o cavalo fraturou a perna e já não pôde mais sair do lugar.
Era noite e o feirante viu-se obrigado a deixar o pobre animal caído, sem qualquer atendimento.
Desprendendo a caixa onde carregava uma série de apetrechos para seu uso na feira, pô-la às costas e foi caminhando. A distância que parecia curta tornou-se longa e penosa. Só muito tarde chegou ele cansado, faminto e preocupado com a possível perda do animal. Foi então que começou a raciocinar: Tudo por causa de um simples prego que não foi substituído no momento que se fez necessário.
Entendeu tarde demais o fato de que a pressa exige calma. Pequenas omissões podem resultar numa perda irreparável...

sexta-feira, 5 de março de 2010

A fé dos pais não garante a fé dos filhos

Publicado por Sérgio Leitão

Quando o apóstolo Paulo disse aos gentios convertidos: “Fostes comprados por preço” (1Coríntios 6.20; 7.23), ele sabia que o sangue de Cristo havia quebrado uma ascendência familiar de incredulidade. Se você é descendente de pessoas incrédulas, ouvir estas palavras de Paulo lhe será boas-novas: “Estes filhos de Deus não são propriamente os da carne, mas devem ser considerados como descendência os filhos da promessa” (Romanos 9.8).

A biologia não sela qualquer maldição nem garante qualquer bênção. Isto é um aviso contra o desespero de ser nascido em uma família pagã e contra a presunção de possuir pais crentes.

Mas, o sangue de Cristo não comprou nenhum privilégio para os filhos dos crentes? O sangue de Cristo não uniu as famílias através das gerações? O que você diz sobre Atos 2.39: “Para vós outros é a promessa, para vossos filhos e para todos os que ainda estão longe, Isto é, para quantos o Senhor, nosso Deus, chamar”? E o que acha de Salmos 103.17-18: “Mas a misericórdia do Senhor é de eternidade a eternidade, sobre os que o temem, e a sua justiça, sobre os filhos dos filhos, para com os que guardam a sua aliança e para com os que se lembram dos seus preceitos e os cumprem”? E o que você diz sobre Êxodo 20.5-6: “Eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos”.

Sim, Cristo adquiriu privilégios para os filhos dos crentes. Mas não garantiu a salvação deles. Estas três passagens bíblicas deixam claro que as bênçãos que virão às futuras gerações de crentes alcançarão apenas aqueles que são chamados por Deus (Atos 2.39), que guardam a sua aliança (Salmos 103.18) e que O amam (Êxodo 20.6). Todos os filhos dos crentes amam a Deus e guardam a aliança com Ele, pela fé em Cristo? Não. Na Bíblia, há muitos exemplos de crentes cujos filhos não creram, e esses exemplos nos mostram que a fé dos pais não garante a fé dos filhos.

Um dos aspectos vitais do processo de transmitir nossa fé a nossos filhos é o de ensinar a orar. Hebreus 4.16 nos lembra que os cristãos podem acudir “confiadamente ao trono da graça a fim de sermos socorridos no momento oportuno”. É muito importante que os filhos aprendam que eles também podem buscar seu Criador, nosso amoroso Pai, que está sempre disposto a ajudá-los e fortalecê-los. Deus deseja que nossos filhos se relacionem com Ele por meio da oração e do estudo da Palavra.

Deus afirma em Jeremias 32.39: “Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos”. Este bem não é a garantia da fé, e sim o dom da Palavra de Deus (Deuteronômio 6.6-7), a restrição sob a disciplina orientada por Deus (Efésios 6.4), a demonstração do amor de Deus (Colossenses 3.21) e o poder da oração (Jó 1.5). Deus resolveu agir por intermédio desses instrumentos para a salvação dos filhos dos crentes.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A LAREIRA – O ALTAR DO SENHOR

A LAREIRA – O ALTAR DO SENHOR

A família estava reunida na sala daquela casa.

Vagarosa, mas insistentemente, os graus do termômetro começaram a abaixar. O frio era incômodo e ninguém conseguia aquecer-se, ninguém conseguia sentir-se bem ali. Pôr mais estranho que possa parecer, ali naquela sala, havia uma linda lareira, com muita lenha arrumada, fósforo e álcool, tudo aquilo que seria necessário para acender e manter a lareira acesa, trazendo conforto e calor para aquecer a família!

Mas aparentemente todos negligenciaram a lareira. E cada um procurou aquecer-se ao seu modo, uns se embriagando, outros fumando, outros se prostituindo e uns poucos se drogando. E assim, cada um buscou uma forma de aquecer-se naquilo que, ao seu ver, poderia prover-lhe o calor necessário. Porque fazia frio naquele lar, um por um foi abandonando o aconchego da família.

Será que nossos lares não estão frios e nossas lareiras apagadas?

As famílias estão reunidas e o frio espiritual entra sorrateiramente, imperceptível em seu início, mas paulatinamente vai crescendo o desconforto até que finalmente não é mais possível permanecerem reunidos, e cada um procura uma forma diferente de aquecimento.

Alguns de nossos filhos tem buscado agasalho nas drogas, bebidas, sexo, filmes, TV, secularismo, músicas e filosofias modernas.

É possível manter o calor do lar? A lareira está presente em sua casa. O álcool, a lenha, e os fósforos, representados pela Bíblia, a fé e a oração. Porém, quantas vezes são eles negligenciados, esquecidos no corre-corre diário! E assim, o desconforto se torna visível através da falta de conhecimento ou vivência das verdades bíblicas, e porque nos sentimos desconfortáveis, não conseguimos nos emocionar e crescer espiritualmente com a programação da igreja. E assim, o frio do lar é levado para a igreja, ameaçando o seu calor.

Em Deuteronômio 6:4-9, Deus nos mostra como podemos aquecer nossos lares e, porque não, nossas igrejas.

Instruindo aos pais acerca de como transmitir a herança religiosa, lemos: “...tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão pôr frontal entre os olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas.”

Se você quer dedicar, a partir de hoje, um tempo para manter o altar do Senhor aceso em seu lar e assim como Josué, dizer: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor.

Se este é o seu desejo, pegue este pedaço de papel e escreva o nome de todos da sua casa e o enrole como se fosse um pedaço de madeira simbolizando sua decisão e seu compromisso de manter aceso o altar em seu lar.

Acompanhem Nossos Trabalhos.

Todo segundo sábado do mês estamos ministrando um culto muito animado e contagiante para nossas crianças e adolescentes em nossa Igreja Batista Ebenézer em Jd. Colorado na Avenida Vitória Régia 1178, às 15 horas. Venha nos prestigiar e se quiser nos convidar para fazermos este trabalho em sua igreja é só deixar um comentário em nosso blog.