quarta-feira, 13 de outubro de 2010

TARDE DA ALEGRIA

No dia 09 de Outubro de 2010 realizamos a nossa terceira Tarde da Alegria, uma de alegria e brincadeiras para crianças de todas as idades, foi uma tarde maravilhosa. Uma benção!!!

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sábado, 14 de agosto de 2010

JESUS É A MINHA LUZ

Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.(João 8:12)

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Convidados que convidaram outras crianças. É muita benção!

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Eita! Glória! Ô criançada animada.

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Se aquecendo pra adorar ao criador!

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Louvando e adorando a Deus com a dança.

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É bom demais ver criancinhas, como a Luísa, louvando a Deus.

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E o Pablo entregou seu coração a Jesus!

É glória pura sem mistura…

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Bruna, ganhando o premio por levar mais convidados! 

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Yago mais uma vez sendo sorteado.

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sexta-feira, 16 de julho de 2010

O prego e a ferradura…

Certo feirante, depois de um dia muito proveitoso com excelentes resultados no negócio, se dispôs a voltar para casa antes do entardecer. Montou seu cavalo e, prendendo muito bem à cintura a bolsa com seu dinheiro, deu início à jornada de volta.
Lá pelas tantas, parou em um pequeno povoado para uma rápida refeição. Quando já se preparava para prosseguir na caminhada, o moço da cachoeira o avisou:
- Senhor, está faltando um prego na ferradura da pata esquerda do seu animal. Não seria melhor providenciar outro?
- Deixa faltar... - respondeu o feirante - Estou com muita pressa; sem dúvida a ferradura agüentará bem as horas que ainda restam a percorrer E lá se foi ele. À tardinha, quando parou para dar ração pro cavalo, o encarregado da cavalaria também foi ter com ele, dizendo:
- Olha, está faltando a ferradura da pata esquerda do seu animal. Quer que o nosso ferreiro veja isto?
- Deixa faltar. Estou com muita pressa e restam poucas horas para que cheguemos ao nosso destino. Por certo o cavalo resistirá - respondeu ele.
Continuou a cavalgar, mas já não conseguira andar muito, quando notou que o cavalo estava manquejando. Tentou continuar na esperança de chegar em casa; entretanto, depois de poucos metros o animal passou a tropeçar e, com pouco mais de tempo, numa queda mais forte, o cavalo fraturou a perna e já não pôde mais sair do lugar.
Era noite e o feirante viu-se obrigado a deixar o pobre animal caído, sem qualquer atendimento.
Desprendendo a caixa onde carregava uma série de apetrechos para seu uso na feira, pô-la às costas e foi caminhando. A distância que parecia curta tornou-se longa e penosa. Só muito tarde chegou ele cansado, faminto e preocupado com a possível perda do animal. Foi então que começou a raciocinar: Tudo por causa de um simples prego que não foi substituído no momento que se fez necessário.
Entendeu tarde demais o fato de que a pressa exige calma. Pequenas omissões podem resultar numa perda irreparável...

sexta-feira, 5 de março de 2010

A fé dos pais não garante a fé dos filhos

Publicado por Sérgio Leitão

Quando o apóstolo Paulo disse aos gentios convertidos: “Fostes comprados por preço” (1Coríntios 6.20; 7.23), ele sabia que o sangue de Cristo havia quebrado uma ascendência familiar de incredulidade. Se você é descendente de pessoas incrédulas, ouvir estas palavras de Paulo lhe será boas-novas: “Estes filhos de Deus não são propriamente os da carne, mas devem ser considerados como descendência os filhos da promessa” (Romanos 9.8).

A biologia não sela qualquer maldição nem garante qualquer bênção. Isto é um aviso contra o desespero de ser nascido em uma família pagã e contra a presunção de possuir pais crentes.

Mas, o sangue de Cristo não comprou nenhum privilégio para os filhos dos crentes? O sangue de Cristo não uniu as famílias através das gerações? O que você diz sobre Atos 2.39: “Para vós outros é a promessa, para vossos filhos e para todos os que ainda estão longe, Isto é, para quantos o Senhor, nosso Deus, chamar”? E o que acha de Salmos 103.17-18: “Mas a misericórdia do Senhor é de eternidade a eternidade, sobre os que o temem, e a sua justiça, sobre os filhos dos filhos, para com os que guardam a sua aliança e para com os que se lembram dos seus preceitos e os cumprem”? E o que você diz sobre Êxodo 20.5-6: “Eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos”.

Sim, Cristo adquiriu privilégios para os filhos dos crentes. Mas não garantiu a salvação deles. Estas três passagens bíblicas deixam claro que as bênçãos que virão às futuras gerações de crentes alcançarão apenas aqueles que são chamados por Deus (Atos 2.39), que guardam a sua aliança (Salmos 103.18) e que O amam (Êxodo 20.6). Todos os filhos dos crentes amam a Deus e guardam a aliança com Ele, pela fé em Cristo? Não. Na Bíblia, há muitos exemplos de crentes cujos filhos não creram, e esses exemplos nos mostram que a fé dos pais não garante a fé dos filhos.

Um dos aspectos vitais do processo de transmitir nossa fé a nossos filhos é o de ensinar a orar. Hebreus 4.16 nos lembra que os cristãos podem acudir “confiadamente ao trono da graça a fim de sermos socorridos no momento oportuno”. É muito importante que os filhos aprendam que eles também podem buscar seu Criador, nosso amoroso Pai, que está sempre disposto a ajudá-los e fortalecê-los. Deus deseja que nossos filhos se relacionem com Ele por meio da oração e do estudo da Palavra.

Deus afirma em Jeremias 32.39: “Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos”. Este bem não é a garantia da fé, e sim o dom da Palavra de Deus (Deuteronômio 6.6-7), a restrição sob a disciplina orientada por Deus (Efésios 6.4), a demonstração do amor de Deus (Colossenses 3.21) e o poder da oração (Jó 1.5). Deus resolveu agir por intermédio desses instrumentos para a salvação dos filhos dos crentes.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A LAREIRA – O ALTAR DO SENHOR

A LAREIRA – O ALTAR DO SENHOR

A família estava reunida na sala daquela casa.

Vagarosa, mas insistentemente, os graus do termômetro começaram a abaixar. O frio era incômodo e ninguém conseguia aquecer-se, ninguém conseguia sentir-se bem ali. Pôr mais estranho que possa parecer, ali naquela sala, havia uma linda lareira, com muita lenha arrumada, fósforo e álcool, tudo aquilo que seria necessário para acender e manter a lareira acesa, trazendo conforto e calor para aquecer a família!

Mas aparentemente todos negligenciaram a lareira. E cada um procurou aquecer-se ao seu modo, uns se embriagando, outros fumando, outros se prostituindo e uns poucos se drogando. E assim, cada um buscou uma forma de aquecer-se naquilo que, ao seu ver, poderia prover-lhe o calor necessário. Porque fazia frio naquele lar, um por um foi abandonando o aconchego da família.

Será que nossos lares não estão frios e nossas lareiras apagadas?

As famílias estão reunidas e o frio espiritual entra sorrateiramente, imperceptível em seu início, mas paulatinamente vai crescendo o desconforto até que finalmente não é mais possível permanecerem reunidos, e cada um procura uma forma diferente de aquecimento.

Alguns de nossos filhos tem buscado agasalho nas drogas, bebidas, sexo, filmes, TV, secularismo, músicas e filosofias modernas.

É possível manter o calor do lar? A lareira está presente em sua casa. O álcool, a lenha, e os fósforos, representados pela Bíblia, a fé e a oração. Porém, quantas vezes são eles negligenciados, esquecidos no corre-corre diário! E assim, o desconforto se torna visível através da falta de conhecimento ou vivência das verdades bíblicas, e porque nos sentimos desconfortáveis, não conseguimos nos emocionar e crescer espiritualmente com a programação da igreja. E assim, o frio do lar é levado para a igreja, ameaçando o seu calor.

Em Deuteronômio 6:4-9, Deus nos mostra como podemos aquecer nossos lares e, porque não, nossas igrejas.

Instruindo aos pais acerca de como transmitir a herança religiosa, lemos: “...tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão pôr frontal entre os olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas.”

Se você quer dedicar, a partir de hoje, um tempo para manter o altar do Senhor aceso em seu lar e assim como Josué, dizer: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor.

Se este é o seu desejo, pegue este pedaço de papel e escreva o nome de todos da sua casa e o enrole como se fosse um pedaço de madeira simbolizando sua decisão e seu compromisso de manter aceso o altar em seu lar.

domingo, 24 de janeiro de 2010

AMOR DE VERDADE

        Martin era um sapateiro em uma vila pequena.
        Desde que morreu a esposa e os filhos, ele se tornou triste. 
        Um dia, um homem sábio lhe falou que ele deveria ler os evangelhos porque lá ele descobriria como Deus gostaria que ele vivesse. 
        Martin passou a ler os evangelhos. Certo dia leu a narrativa do evangelho de Lucas do banquete em casa do rico fariseu que recebeu Jesus em sua casa, mas não providenciou água para os pés, nem ungiu a cabeça de Jesus, nem o beijou.
        Naquela noite, Martin foi dormir pensando em como ele receberia Jesus, se ele viesse a sua casa. De repente, acordou sobressaltado com uma voz que lhe dizia:
    "- Martin! Olha para a rua amanhã, pois eu virei."
    Logo cedo, o sapateiro acendeu o fogo e preparou sua sopa de repolho e seu mingau. Começou a trabalhar e se sentou junto à janela para melhor ver a rua. Pensando na noite da véspera, mais olhava a rua do que trabalhava.
        Passou um porteiro de casa, um carregador de água. Depois uma mulher com sapatos de camponesa, com um bebê ao colo. Ela estava vestida com roupas pobres, leves e velhas. Segurando o bebê junto ao corpo, buscava protegê-lo do vento frio que soprava forte. Martin convidou-a a entrar e lhe serviu sopa.
        Enquanto comia, ela contou sua vida. Seu marido era soldado. Estava longe há oito meses. Ela já vendera tudo o que tinha e acabara de empenhar seu xale.
        Martin buscou um casaco grosso e pesado e envolveu a mulher e o filho. Depois de alimentados e agasalhados, eles se foram, não sem antes Martin deixar na mão da pobre mãe umas moedas para que ela pudesse tirar o xale do penhor.
        Quando um velho que trabalhava na rua, limpando a neve da frente das casas, parou para descansar, encostado à parede da sua oficina e lar, Martin o convidou a entrar. Serviu-lhe chá quente e lhe falou da sua espera. Ele aguardava Jesus. O velho homem foi embora, reconfortado no corpo e na alma e Martin voltou a costurar uma botina.
        O dia acabou. E quando ele não podia mais ver para passar a agulha pelos furos do couro, juntou suas ferramentas, varreu o chão e colocou o lampião sobre a mesa. Buscou o Evangelho e o abriu. Então, ouvindo passos, ele olhou em volta. Uma voz sussurrou:
        "-Martin, você não me conhece?"
        "-Quem é?", perguntou o sapateiro.
"-Sou eu" disse a voz. E num canto da sala, apareceu a mulher com o bebê ao colo. Ela sorriu, o bebê também e então desapareceram.
        "-Sou eu" tornou a falar a voz. Em outro canto apareceu o velho homem. Sorriu. E desapareceu.
        A alma de Martin se alegrou. Ele começou a ler o evangelho onde estava aberto:
        "Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era hóspede, e me recolhestes." No fim da página, ele leu: "quantas vezes vós fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim é que o fizestes."
        E Martin compreendeu que o Cristo tinha ido a ele naquele dia, e que ele o recebera bem.

Acompanhem Nossos Trabalhos.

Todo segundo sábado do mês estamos ministrando um culto muito animado e contagiante para nossas crianças e adolescentes em nossa Igreja Batista Ebenézer em Jd. Colorado na Avenida Vitória Régia 1178, às 15 horas. Venha nos prestigiar e se quiser nos convidar para fazermos este trabalho em sua igreja é só deixar um comentário em nosso blog.